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O ENCONTRO DE ALMAS - RUMI

O Encontro de Almas

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OS SUFISTAS

Escrito por Robert Graves, para o livro "Os Sufis", de Idries Shah

Os sufis são uma antiga maçonaria espiritual cujas origens nunca foram traçadas nem datadas; nem eles mesmos se interessam muito por esse tipo de pesquisa, contentando-se em mostrar a ocorrência da sua maneira de pensar em diferentes regiões e períodos. Conquanto sejam, de ordinário, erroneamente tomados por uma seita muçulmana, os sufis sentem-se à vontade em todas as religiões: exatamente como os "pedreiros-livres e aceitos", abrem diante de si, em sua loja, qualquer livro sagrado - seja a Bíblia, seja o Corão, seja a Torá - aceito pelo Estado temporal. Se chamam ao islamismo a "casca" do sufismo, é porque o sufismo, para eles, constitui o ensino secreto dentro de todas as religiões. Não obstante, segundo Ali el-Hujwiri, escritor sufista primitivo e autorizado, o próprio profeta Maomé disse: "Aquele que ouve a voz do povo sufista e não diz aamin (amém) é lembrado na presença de Deus …

A MESQUITA DO SUFI - HAZRAT INAYAT KHAN

O Sufi vê a verdade em todas as religiões, não diz que uma religião não é sua religião.
Hindus e Muçulmanos visitam igualmente o túmulo dos grandes santos Sufis.
Como, por exemplo visitam o túmulo Munid Ud-Din Chisti em Ajmer.
O Sufi vê só uma Verdade em todas as formas.
Se convidarem um Sufi para visitar e fazer preces numa igreja cristã, prontamente aceita.
Se quiserem levá-lo a uma sinagoga pedindo-lhe que ore como os israelitas, faz isso com prazer.
Entre os Muçulmanos rezará o Nimaz com eles.
No templo hindu o Sufi vê o mesmo Deus, o Deus vivo, no lugar do ídolo.
No templo de Buddha sente-se inspirado e não se deixa cegar pela idolatria.
A verdadeira mesquita do Sufi é seu Coração, onde vive o Bem-Amado,
Que é adorado tanto Pelos muçulmanos como pelos Kufrs.

Hazrat Inayat Khan
Fonte:http://william-infinito.blogspot.com.br/2010/02/

A ALQUIMIA DO AMOR : POESIA DE HUMI

A Alquimia do Amor : Poesia de Humi

O primeiro parágrafo do capítulo 15, em que Rumi fala da FONTE UNA. a obra Fihi-ma-fihi ou O livro do interior, publicado há alguns anos no Brasil pelas Edições Dervish

Há no homem um amor, uma dor, uma inquietude, um apelo que, mesmo se tivesse cem mil universos, não encontraria calma e repouso. As pessoas exercem todos os tipos de profissão, de negócios, e fazem todos os tipos de estudos – medicina, astronomia etc. – mas não encontram repouso, pois seu objetivo não é alcançado. Chama-se o Bem-Amado de ´repouso da alma´; e como seria possível encontrar repouso e quietude senão n´Ele? (p. 96).
**** Nas páginas do Fihi-ma-fihi também se encontra uma série de histórias contadas pelo mestre RUMI.  Uma das histórias de que fala da amizade:
“Uma grande caravana viajava e não encontrava cidade alguma, nem água. De repente, encontraram um poço, mas eles não tinham nenhum balde. Pegaram um caldeirão e cordas, e deixaram-no descer até o fundo do poço. Puxaram o c…